Enquanto o mundo inteiro mede sucesso pelo PIB, o Butão, lá no Himalaia, mede pela Felicidade Interna Bruta.
A ideia nasceu em 1972, com o rei Jigme Singye Wangchuck: a felicidade nacional valeria mais que o produto nacional. Virou índice de verdade, com 9 áreas — saúde, educação, cultura, meio ambiente, comunidade, tempo livre, governança e por aí vai — e entrou na Constituição do país em 2008.
É claro que medir felicidade não garante felicidade. O índice é uma bússola, não um atestado: ele diz para onde o país quer ir, não que já chegou lá. Mas a pergunta que ele faz já muda tudo: antes de aprovar um projeto, o Butão pergunta se ele ajuda o povo a viver melhor — e só depois quanto ele fatura.
Sacada: o único país do mundo que, na hora de prestar contas, pergunta primeiro se o povo está feliz — e só depois quanto faturou.
Fonte: Gross National Happiness, Wikipedia / Centre for Bhutan Studies.

